20 de set de 2017

Entrevista com Aquele Eita / Raquel Segal

Oi meus amores, tudo bom com vocês? Quem me acompanha nas redes sociais sabe que eu assim como muitas pessoas por ai, sou simplesmente apaixonada pelas tirinhas do Aquele Eita , dai o que aconteceu? Pois é, fiz uma entrevista com a Raquel Segal, que é nada mais nada menos que a criadora do Aquele Eita! Isso mesmo, imagina só a minha euforia por ter feito uma entrevista com ela aqui para o Maluco Sentimento. HAHA.  Bom, Primeiramente gostaria de agradecer a Raquel por ter aceitado fazer a entrevista, e agradecer também por toda a atenção e disponibilidade. Ps: Ela é um amor de pessoa.


1- Oie Raquel, tudo bom? Vamos começar com uma perguntinha clichê HAHA. Fala um pouquinho pros leitores aqui do Maluco Sentimento sobre "quem é  a Raquel Segal"? 

Então, eu, Raquel Segal, sou uma MULHER (foco nisso porque todo mundo cisma em achar que sou homem rs) de 22 anos, capricorniana apesar de não ter muitos traços do signo, publicitária e carioca.

2- Então Raquel, você se formou em publicidade ano passado, imagino a alegria de finalmente terminar a faculdade né? HAHA (daqui a alguns meses é minha vez) a gente sente como se esse dia nunca fosse chegar né? Sempre foi o curso que você planejou fazer ? 

Publicidade sempre foi o curso que planejei, sim. Tive um pouco de duvida entre Design, mas optei por Publicidade e Propaganda mesmo. Apesar de eu estar muito feliz por ter acabado a faculdade, admito que sinto falta daqueles primeiros períodos, onde tinha muita festa, bar, eventos... Do 4º período em diante era tanto trabalho, que estou muito feliz sem.

3- Você escreve ou desenha outras coisas? Como textos, versos, frases, e etc. Ou apenas direcionado ao Aquele Eita?

Eu já escrevi muito conto e até tentei fazer um livro, mas desisti no meio do caminho. Atualmente, como eu amo muito quadrinhos, tenho vários projetos de HQ's pela metade, que se tudo der certo um dia publico, que acabam sendo roteiro + ilustrações todas minhas, né. Eu antes do Aquele Eita tinha uma página chamada Minimatoon, então boa parte de outros desenhos meus estão lá.


4-Suas ilustrações representam várias pessoas, o público se vê em algumas das suas tirinhas, (pelo menos eu posso afirmar que me identifico com grande parte delas) e acredito que falo por muitas pessoas quando digo que suas ilustrações/tirinhas fazem um bem danado. Então eu te pergunto de onde você tira toda essa criatividade para criar novas tirinhas? 

Recentemente os textos das tirinhas têm sido de parcerias que faço com poetas e curtidores da página. Muitas pessoas me mandam mensagem e ficam imensamente felizes quando ilustro algum texto delas, então acabo cedendo. Porém, quando me surge um tempo livre, tento pensar em textos originais também. A criatividade é meio aleatória, são coisas que vivo, ou coisas que pessoas ao meu redor vivem, ou algo que vejo pela rua, varia.

5- Raquel suas tirinhas andam sendo espalhadas com todo amor por todos os lugares, tumblr, facebook, instagram e até pelas ruas. Quando você teve a ideia de criar uma página  para suas tirinhas você imaginou que iria repercutir dessa forma que veem repercutindo? 

Definitivamente eu NUNCA imaginei que a página fosse crescer tanto. Eu sempre tentei ser famosa na internet por algo meu, incluindo Youtube com canal de gameplay, Twitter de gifs, Tumblr de citações de livros, fanfics, tudo... por acaso ou por sorte, o Aquele Eita deu certo e é imensamente gratificante ver tanta gente gostando do que faço.

6- Já aconteceu de ser parada em algum lugar porque alguém que te acompanha pelas redes sociais do Aquele Eita e te reconheceu? (Eu mesmo fico toda boba com qualquer elogio que o blog recebe, acho que se isso acontece-se ficaria eufórica de tão feliz HAHA). Como você se sente em relação a isso?
Uma vez, sem querer, eu estava em um bar em SP conversando sobre a página com um amigo. Na época tinham umas 100 mil curtidas ainda. Aí uma menina, da mesa ao lado, veio até mim e perguntou "Licença, eu estava curiosa, mas sobre que página vocês estavam falando?", ai eu disse que era o Aquele Eita e ela respondeu "Aaaa, eu AMO essa página." e quando contei que eu era a criadora ela ficou tão feliz que não eu conseguia parar de rir de tanta alegria. Fora esse dia, é difícil povo me reconhecer, pois não mostro muito minha cara na página. No Instagram tento um pouco, mas acho que não quero ser tão conhecida assim a ponto de ser parada na rua, acho que por questão de segurança mesmo.

7- De todas as suas tirinhas eu tenho uma que simplesmente me ganhou, que apareceu naquele momento que eu precisava sabe? E guardo ela sempre comigo (é sério, celular computador kkkk),  qual a história ou explicação dessa ilustração?  " Sempre que se sentir sozinho, confuso ou sem esperança lembre-se que o mundo é enorme e milhares de coisas maravilhosas te esperam por ai. Não desista de você".

Essa tirinha, por exemplo, teve texto autoral meu hehe Então, eu recebo muita mensagem, todo dia. Algumas de pessoas elogiando, outras agradecendo, mas muita gente manda mensagem dizendo que está triste e precisa de ajuda. Essa tirinha foi pra essas pessoas. Eu não acho que uma ilustração amarela minha pode melhorar 100% o dia de alguém, mas acredito que pelo menos uns 5 ou 10% ajuda, e isso é o mínimo que posso fazer em troca de todo carinho que recebo. É difícil ajudar pessoas virtualmente, mas tento da melhor maneira fazer isso.

8-Vi que você é bem fã de Game Of Thrones, sei que o foco da entrevista é "Aquele Eita" mas eu tenho que perguntar, o que você ta achando dessa sétima temporada?

Eu AMO GoT, inclusive, "The north remembers...". Stark pra vida Eu até gostei da 7 temporada, mas achei tudo muito previsível. Não posso dizer que AMEI a temporada, mas foi intensa sim, na minha opinião. Gosto da série, dos personagens, da história, então serei sempre suspeita pra falar o que achei.

9-Um pergunta extremamente importante para finalizar essa entrevista com uma pessoa tão linda quanto você. Gostaria de fazer parceria com o blog? HAHAHA Brincadeira, essa última é só para agradecer por todo o carinho e paciência e por se disponibilizar pra essa entrevista.
Podemos combinar uma tirinha juntas sim Seria um prazer! Agradeço pelo carinho e interesse. Beijos!


11 de set de 2017

Sempre dói

Hoje faz exatamente três dias, três longos dias em que não consigo conter mais a correnteza dentro de mim, me pego fugindo de qualquer contato exterior para não correr o risco de desmoronar em público e ter que explicar o porque de estar assim, o porque de estar desabando. O cruel é que a maioria não se importa, as pessoas perguntam se você esta bem, mas não querem a verdade, eles não estão programados para isso, não sabem  como lidar, as pessoas perguntam se você está bem por educação, não é que se importem.
Fonte: Flickr / ccarol95

Eu não estou bem. Dizem que não estar bem é normal, mas eu não sinto que isso seja verdade. É cruel você conviver com várias pessoas e ao mesmo tempo não ter ninguém, ninguém que se importe o suficiente para notar se você está bem ou não. Não que eu precise, mas saber que alguém se importa ou no minimo te conhece suficiente para saber que você esta mal, é algo bom de se ter. Eu não tenho. Não entendo como dá pra ser tão triste, sendo alguém tão jovem.

 Já sentiu como se tudo na sua vida pesasse demais pra você? Já se sentiu com uma carga extremamente pesada? Muitas vezes te paralisa, tira suas forças e você só consegue permanecer ali, quieta, sozinha. É difícil pra mim falar sobre esses sentimentos, acredito que nunca tenha falado com alguém abertamente sobre isso, não estou pronta pra sentir a pena das outras pessoas, ou sentir a insignificância de algumas pessoas com esse assunto. Estou escrevendo sobre tal assunto hoje por estar em um dos meus limites de solidão, estou cansada de me sentir tão triste e ter que fingir que estou bem ou pelo menos perto disso.

Grande parte do meu dia se resume a esconder o máximo que posso, a vontade de chorar, de desistir de tudo, ou de quase tudo, acho que eu me perdi ou nunca me encontrei, e a cada dia só me afundo mais, só me sinto mais e mais vazia, mais triste, mais distante de mim. Olho a minha volta, olho para minhas próprias coisas e me pergunto o que estou fazendo aqui? Essas coisas não parecem ser minhas, não mais, nada me pertence mais, ou eu não pertenço a nada aqui.

Estou tão cansada de estar exausta, de esta perdida em mim, de não saber o que fazer, estou cansada de não estar bem. Tenho medo de falar tudo isso a alguém, alguns podem achar que é drama, outros podem não se importar e alguns podem achar que quero chamar atenção ou algo do tipo. Não quero que tenham pena da forma que eu me sinto, e não quero me abrir e falar sobre isso para perceber que as pessoas não se importam, tenho medo de perceber que isso tudo não vai passar, essa sensação de infelicidade, de solidão. E isso é o que me dói mais, me sentir sozinha de todas as formas, e não conseguir fazer passar por mais que eu tente, nunca passa, sempre dói.

28 de ago de 2017

Resenha: O Lado Escuro da Madrugada

Resultado de imagem para o lado escuro da madrugadaAutor: Roberto Giacundino
Editora: Pandorga
Ano: 2017
Páginas: 272
Skoob
*Exemplar recebido em parceria com a Oasys Cultural.







Oi meus amores, tudo bom com vocês?

 Eu sei que a resenha demorou um pouquinho pra sair apesar de eu ter lido em menos de uma semana, é que eu acabei lendo essa obra mais de uma vez só pra não deixar passar nada. E  a faculdade anda complicando um pouquinho minha rotina, quero pedir mil perdões para o Roberto por essa demora, e a vocês também pelo meu sumiço. 

O resenhado de hoje é uma obra super interessante, daquele jeitinho que nos cativa desde o inicio, uma obra que nos envolve no suspense e cheio de amor, mas não aquele amor clichê de homem e mulher, mas sim um amor mais intenso, aquele de família,  desde o inicio a protagonista "Sandra Garcia" lembra e fala sobre sua mãe com todo carinho e amor que as palavras podem demonstrar . 
Sandra Garcia é uma repórter investigativa conhecida mundialmente devido a todo seu empenho em suas reportagens, onde ela sempre demonstrava coragem ao enfrentar qualquer coisa em busca da verdade. 


 O Roberto nos da oportunidade de conhecer bem a Sandra, não apenas acompanhar os acontecimentos presentes, mas sim conhecer verdadeiramente quem é a Sandra e a sua história, afinal ela não chegou onde está do nada. O fato de que a história do passado de Sandra ter sido prolongada por algumas páginas, me fisgou ainda mais, eu simplesmente amei conhecer a protagonista e toda sua história. A Sandra sempre pensava na mãe com uma ternura e um carinho gigantesco,  isso é algo que me comoveu todas as vezes. 

Ela lutou muito pra chegar ao auge, sua infância foi pobre, e a situação que ela presenciava em casa, do vicio do seu pai, causou um grande impacto na sua vida, e fez dela quem era hoje, uma mulher trabalhadora, forte que sempre iria atrás do que queria. O livro inicia em uma premiação de melhor repórter investigativa, onde Sandra estava sendo indicada a receber, e acabou ganhando, ela apesar de seus pensamentos distantes, estava muito feliz pelo acontecimento. Era quase impossível imaginar que uma noite que começou tão bem iria terminar em assassinato.


Mais tarde naquela noite o seu amigo foi encontrado morto em um lugar do Teatro onde estava acontecendo a premiação. A polícia foi chamada, mas antes disso Sandra se aproxima do local do crime, analisando toda a cena e acaba encontrando algo na cena do crime. Uma abotoadura com uma suástica nazista! O fato é que Evandro (a vítima) era negro e tinha acabado de receber o prêmio por melhor peça publicitária onde denunciava o racismo e preconceito, fez  Sandra passar a acreditar que o assassinato do seu amigo está sim relacionado a esse símbolo.

A  hipótese da polícia é de longe totalmente diferente da ideia de Sandra, eles "apostam" que é latrocínio, mas Sandra repreende o Delegado "quem invadiria o Teatro Municipal para roubar e matar um dos homenageados?", ela acaba não contando ao delegado sobre a abotuadura e segue  uma linha própria de investigação. Uma decisão corajosa, mas ela está disposta a se arriscar para descobrir quem matou o seu amigo.

No decorrer da obra, as situações onde Sandra se mete vai deixando o cenário cada vez mais perigoso. Sandra vai ter a ajuda de seu diretor de externas, Fábio, do irmão de Evandro e de um hacker. As coisas começam a ficar ainda piores quando mais mortes acontecem e ela passa a ser ameaçada. Com tudo isso acontecendo Sandra ainda tem que enfrentar e encarar o seu passado. E manter o foco da investigação, afinal nada é o que parece.


Bom meus amores, não é segredo pra ninguém que eu AMO DEMAIS gênero policial, e essa obra simplesmente abalou minhas estruturas.  Não teve um momento no livro em que eu não stivesse atenta a todos os detalhes, e sempre ansiosa pelos próximos capítulos, gente o autor não poupa NINGUÉM, SÉRIO! Eu simplesmente AMEI. Nada de pontas soltas.

Eu tinha ideia de quem poderiam ser os culpados ou culpado(a), desde a metade do livro, mas alguns acontecimentos me despistaram em 90%. Amei a reviravolta da trama, no último capitulo eu fui dormir de 5h da manhã lendo porque eu não aguentava deixar o último capitulo para outro dia, NÃO DAVA! Eu tinha que saber TUDO.

A escrita do Roberto é excelente, o leitor se sente extremamente a vontade durante a obra, os cenários se desenvolvem rapidamente na cabeça, e a leitura não é cansativa. A edição pela editora PANDORGA, está com muito amor, os detalhes são lindos, e essa capa gente? Muito linda, e marca um momento crucial da trama.

Esse foi o primeiro romance publicado do Roberto Giacundino, e eu já peço mais. Foi uma leitura 0% cansativa, e que fisga você do inicio ao fim. Superou as minhas expectativas. Eu espero que tenham gostado meus amores, e fiquem no aguardo porque logo logo tem surpresinha do Roberto Giacundino pra vocês aqui do Maluco Sentimento.

3 de abr de 2017

De Certa Forma Eu Esqueci

Acredito que talvez eu tenha me abandonado novamente, ou me esquecido de algum modo. É possível esquecer a si mesmo? Creio que sim, na verdade é um fato que acontece muito no decorrer da vida e nós nem nos damos conta. As vezes me perco na ideia de como vou estar daqui a alguns anos, de como vai estar a minha vida, se eu ainda irei continuar esquecendo sempre de mim e de quem eu sou realmente.

Não lembro mais sobre o que eu gostava de escrever,ou como eu lidava com tanta confusão, não lembro o que era a minha âncora, isso me incomoda de certo modo. Âncora é uma palavra engraçada, ao pé da letra significa que é um instrumento náutico pesado usado para 'ancorar' ou fazer presa em fundos rochosos,  já para muitos é considerada um símbolo de firmeza, força, tranquilidade, esperança e fidelidade.  

Para mim o simbolo tanto quanto a âncora  em si, representam  paz, liberdade. Acredito que seja algo que eu procuro sempre, em tudo que eu faço, porém acho que ainda não procurei da forma correta. De certa forma, eu mesma me bloqueio a encontrar tudo isso, não importa para onde eu corra, sempre vou estar trombando comigo mesma com esse muro de limitações que eu mesma me impus.

Sinto falta de realmente me sentir viva, e não empurrada pelo meu dia, sinto ainda mais falta de construir boas lembranças e de ter coisas boas para serem lembradas. Minha mente me engana muitas vezes, talvez para eu não ficar ainda mais triste, ela me engana com falsas recordações, de fato. Sinto falta de chorar de tanto sorrir, sinto falta de não me sentir triste.

18 de jan de 2017

I'm A Live

 Pensei por vários dias sobre o que escrever, procurei a minha inspiração que normalmente não precisa ser procurada, e não encontrei nada. Ando com a cabeça cheia, incrivelmente cheia de informações, não esta tudo bagunçado como o de costume está na verdade bem mais organizada, porém com tantas informações, muitas coisas acontecendo e passou a ser difícil descrever o que ando pensando, mais do que o de costume.
Acho que quase sempre na vida chegamos a um ponto onde temos que aprender a conviver com nossos sentimentos, ou enfrentá-los. Digo isso por sempre fugir dos meus, ou simplesmente não encontrar eles em mim. Sempre  achei extremamente fácil falar de sentimentos com as pessoas, não sobre os meus é claro, sempre fui boa em dar conselhos, sentimentais ou não, mas principalmente sentimentais, apesar de não ser o meu forte sabe? Sentir algo, e tudo mais, nunca fui muito chegada a isso.

Sentimentos.... Essa é uma palavra que anda rondando minha vida a um bom tempo, e ultimamente minha cabeça. Normalmente eu sempre escrevo sobre eles, ou sobre a ideia deles. Na verdade pensar em sentir algo 'real' me assustava, me assusta, isso sempre me fez correr de qualquer aproximação, de qualquer linha que cruza-se o "tanto faz" que eu sempre impus a coisas relacionadas.

Sempre me proibi sentir, por medo acredito eu, mesmo que inconscientemente, eu acabei ignorando o fato de que eu poderia me magoar com outras coisas, outras situações. Por isso me importei demais, me magoei demais, mais do que em qualquer relacionamento.

Andei cansada de me importar demais, de vez ou outra sempre me abalar, sempre me culpar por coisas que estão fora do meu controle, me culpar por situações nas quais eu não tenho toda parcela de culpa, andei cansada de me magoar de pouco a pouco por problemas que não tinham mais soluções. Cheguei a conclusão que não mereço sempre sofrer por bagunça de outras pessoas. Eu realmente cansei, e quando isso aconteceu eu só decidi não me importar mais.

As vezes deixar as coisas seguirem seu próprio rumo é a melhor alternativa, não adianta tentar interferir em situações que não estão sob seu controle, você apenas vai se magoar mais, se torturar ainda mais, e pior vai acabar nunca tirando da sua cabeça coisas nas quais você quer esquecer, sentimentos que não quer sentir. Comecei a levar esse conselho pra mim, afinal depois que você se da ao máximo, faz o possível, as vezes só não tem mais o que fazer, é preciso deixar as coisas seguirem.

Eu sempre estive em um grande impasse na minha vida, sempre triste, sozinha, apesar de tantas pessoas a minha volta, e quando me sentia finalmente bem, eu nunca soube o que fazer com isso, sempre me preocupei demais, acredite ou não acabava colocando sempre a felicidade e o bem estar de outras pessoas a cima do meu... Eu ando cansada de não saber como ser feliz, de como não saber ficar bem. Parei de me importar, ou ando tentando parar e depois disso tenho andado com uma vontade absurda de sentir sensações novas. De sentir coisas jamais sentidas. De experimentar momentos que me tirem o fôlego. Eu preciso viver.